Hortelã Pimenta

“Drogas” é um espectáculo de Teatro de prevenção primária ao alcoolismo e toxicodependência no meio escolar.

Dirige-se ao 2º -3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário.

O espectáculo tem aproximadamente 55mn, passando por um ritmo teatral muito interessante. Drogas tem uma linguagem simples, de fácil entendimento, e clareza imediata.

As actrizes que representam esta peça em Portugal, Cristina Paixão e Paula Pais, têm valorizado as características físicas, psicológicas e sociais das personagens, com profissionalismo e dedicação.

Gilda Elisa, a sua autora, escreveu a peça Drogas em 1986 no Brasil. Desde então, não interrompeu mais as suas representações, pelas quais recebeu até à data 9 Galardões e atingiu 1.800.000 espectadores. Troféu Governador do Estado, Troféu Gralha Azul, Troféu Associação de Produtores de Artes Cénicas.

A metedologia pedagógica escolhida tem sido reveladora e fundamental para a adesão do público.

Em Portugal, foi encenado pela própria autora em Novembro de 2002 para a companhia Hortelã Pimenta com aferição do texto de Cristina Paixão. Este espectáculo foi o ponto de partida para o desenvolvimento do Projecto “Dizer Não”, autoria Drª Vânia Weissberg, aprovado em concurso nacional pelo actual IDT.

A aceitação e sucesso deste espectáculo tem sido inegável.

Cristina Paixão, a sua produtora em Portugal, recebeu da Autora os direitos autorais da peça “Drogas” para toda a Europa e outros países de expressão portuguesa.


Ficha técnica:

Autora-Gilda Elisa,

Encenação-Gilda Elisa.

Direcção de actor- Gilda Elisa.

Elenco- Paula Pais e Cristina Paixão.

Figurinos- Cristina Paixão e Paula Pais.

Sonoplastia e Luminótecnia- Henrique Salazar, Tiago Velez, Filipe Velez.

                                             

SINOPSE


DROGAS

O espectáculo, acompanha a trajectória de Lena. Uma adolescente de 17 anos, tóxicodependente, e a sua relação com a vida. Família, amigos, terapeuta, etc...

A cena abre com a mãe nervosa com a relação que está a ter com a filha.

Perante o crescente desapego e agressividade de Lena, a mãe sente-se impotente!

Luísa (mãe), pede ajuda à sua irmã , e é esta que acaba por lhe fazer perceber que a Lena está envolvida com drogas.

Canina, um ano mais nova, e maior amiga de Lena, irrita-a. Lena goza com a amiga, porque esta passa o tempo a tentar convencê-la a se tratarem. É que a Canina  revela sempre desconforto nesta situação de tóxicodependente.

Embora contrariada, acaba por ir a uma terapeuta. É neste quadro, que toma consciência do seu percurso. É conduzida a perceber como tudo começou! Mas  nega  a doença com revolta.

Os alunos (plateia) têm uma interacção verbal, em alguns distânciamentos das personagens às actrizes, onde  lhes são pedidas opiniões.

`´E de realçar a diferença entre o “querer” de Canina, que se liberta, e o “desejar” de Lena que não se salva.    


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